Você há de concordar comigo que, por vezes, estamos tranquilos nas mãos de Deus, confiados nele em tudo o que diz respeito à nossa vida e, inesperadamente, algo acontece que nos lança em profunda inquietação. Pode ser um sofrimento pessoal ou de alguém que amamos, uma incerteza sobre o futuro, uma dúvida persistente ou até um peso interior que nem conseguimos explicar claramente. De repente, aquilo que antes estava em paz se torna um coração agitado.
O salmista conhecia bem essa experiência. No Salmo 116 ele fala diretamente à própria alma, como quem prega a si mesmo as verdades de Deus, e declara: “Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo” (Sl 116:7).
Observe a primeira palavra: “volta”. Isso indica que a alma já esteve em sossego, mas, por algum motivo, perdeu a paz. Algo desviou o coração daquele lugar de descanso e confiança no Senhor. O salmista, porém, sabe exatamente para onde deve retornar. Não é para uma nova estratégia humana, nem para a tentativa de controlar as circunstâncias. Ele chama a própria alma a voltar ao descanso que existe em Deus.
Logo em seguida ele apresenta o motivo dessa decisão: “pois o Senhor tem sido generoso para contigo”. O fundamento do descanso não está na mudança daquilo que nos cerca, nem em uma força interior que possamos desenvolver, mas no caráter do próprio Deus. O Senhor tem sido bom, fiel e generoso. Ele já demonstrou sua graça tantas vezes que a alma pode confiar novamente.
Talvez você esteja vivendo exatamente esse momento. O desassossego chegou na forma de ansiedade, angústia, inquietação, medo ou irritação constante. Aos poucos, isso foi roubando a sua paz, afetando as suas palavras.
Você há de concordar comigo que, por vezes, estamos tranquilos nas mãos de Deus, confiados nele em tudo o que diz respeito à nossa vida e, inesperadamente, algo acontece que nos lança em profunda inquietação. Pode ser um sofrimento pessoal ou de alguém que amamos, uma incerteza sobre o futuro, uma dúvida persistente ou até um peso interior que nem conseguimos explicar claramente. De repente, aquilo que antes estava em paz se torna um coração agitado.
O salmista conhecia bem essa experiência. No Salmo 116 ele fala diretamente à própria alma, como quem prega a si mesmo as verdades de Deus, e declara: “Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo” (Sl 116:7).
Observe a primeira palavra: “volta”. Isso indica que a alma já esteve em sossego, mas, por algum motivo, perdeu a paz. Algo desviou o coração daquele lugar de descanso e confiança no Senhor. O salmista, porém, sabe exatamente para onde deve retornar. Não é para uma nova estratégia humana, nem para a tentativa de controlar as circunstâncias. Ele chama a própria alma a voltar ao descanso que existe em Deus.
Logo em seguida ele apresenta o motivo dessa decisão: “pois o Senhor tem sido generoso para contigo”. O fundamento do descanso não está na mudança daquilo que nos cerca, nem em uma força interior que possamos desenvolver, mas no caráter do próprio Deus. O Senhor tem sido bom, fiel e generoso. Ele já demonstrou sua graça tantas vezes que a alma pode confiar novamente.
Talvez você esteja vivendo exatamente esse momento. O desassossego chegou na forma de ansiedade, angústia, inquietação, medo ou irritação constante. Aos poucos, isso foi roubando a sua paz, afetando as suas palavras, suas relações com outros ao redor e até o seu prazer de buscar a Deus.
Se esse é o seu caso, faça hoje o que o salmista fez. Pregue ao seu próprio coração as verdades de Deus! Lembre-se de que Cristo já pagou completamente o preço da nossa redenção e da nossa paz. Lembre-se também de que o Espírito Santo habita em você e intercede por sua vida diante do Pai.
Então diga à sua alma, com fé renovada: “Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo” (Sl 116:7). Você descobrirá novamente o descanso que somente o Senhor pode dar.
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